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 Uma residente de Palma está a ajudar as Forças Armadas de Moçambique a identificar supostos integrantes do grupo que atacou a vila em março, anunciou esta quinta-feira comandante do exército moçambicano.

“Ela é detentora de informação sensível, nós estamos a trabalhar com ela e a dar a proteção, incluindo às pessoas ligadas a ela, de modo que ela seja colaborativa”, declarou Cristóvão Chume, citado pela Televisão de Moçambique.

Após uma operação das Forças Armadas de Moçambique, a jovem identificou pelo menos cinco supostos insurgentes num grupo de vários homens que foram detidos na aldeia de Monjane, no domingo, um dos quais seu irmão.

“Ela estava a ser instrumentalizada pelos grupos terroristas e já vinha extraindo informações dos nossos postos de controlo na vila de Palma assim como em Afungi”, declarou Cristóvão Chume, acrescentando que, depois da sua detenção, a jovem começou a colaborar com as autoridades.

Segundo o comandante do exército moçambicano, o objetivo é perceber as motivações e identificar os líderes do “núcleo duro” do grupo que atacou a vila de Palma em março, bem como descobrir quando cada um deles se juntou aos rebeldes.

Uma residente de Palma está a ajudar as Forças Armadas de Moçambique a identificar supostos integrantes do grupo que atacou a vila em março, anunciou esta quinta-feira comandante do exército moçambicano.
“Ela é detentora de informação sensível, nós estamos a trabalhar com ela e a dar a proteção, incluindo às pessoas ligadas a ela, de modo que ela seja colaborativa”, declarou Cristóvão Chume, citado pela Televisão de Moçambique.

Após uma operação das Forças Armadas de Moçambique, a jovem identificou pelo menos cinco supostos insurgentes num grupo de vários homens que foram detidos na aldeia de Monjane, no domingo, um dos quais seu irmão.

“Ela estava a ser instrumentalizada pelos grupos terroristas e já vinha extraindo informações dos nossos postos de controlo na vila de Palma assim como em Afungi”, declarou Cristóvão Chume, acrescentando que, depois da sua detenção, a jovem começou a colaborar com as autoridades.

Segundo o comandante do exército moçambicano, o objetivo é perceber as motivações e identificar os líderes do “núcleo duro” do grupo que atacou a vila de Palma em março, bem como descobrir quando cada um deles se juntou aos rebeldes.