Variante Delta infetou dezenas de convidados numa festa (exceto os seis vacinados)
Variante Delta infetou dezenas de convidados numa festa (exceto os seis vacinados)
Todas as pessoas que participar, Recetemente, numa Festa Aniversário em Sydne,
Jacob Zuma pede a tribunais para reconsiderarem sentença
moznews.co.mz Jul 2, 2021 8:28 PM
O ex-presidente sul-africano Jacob Zuma pediu hoje aos
tribunais para reconsiderarem a sentença de 15 anos de
prisão imposta esta semana pelo Tribunal
Constitucional, por não ter cumprido as citações judiciais
que o obrigavam a testemunhar em investigações.
A equipa jurídica do antigo chefe de Estado apresentou
um requerimento junto do Tribunal Constitucional da
África do Sul em que solicitou a cessão da sentença,
segundo a estação de televisão pública SABC, citada
pela agência Efe, e um pedido urgente na cidade de
Pietermaritzburg, na província de KwaZulu-Natal, onde
Zuma vive, para suspender a obrigação de se entregar à
polícia antes do próximo domingo.
“São o meu estado de saúde instável e a minha vida que
estão a ser ameaçados por esta ordem de detenção”,
refere o documento enviado por Zuma ao Tribunal
Constitucional, segundo um texto recolhido pelo portal
noticioso News24.
Dezenas de simpatizantes do antigo chefe de Estado
reuniram-se hoje em torno da sua casa para mostrarem
o seu apoio.
Esta recente tentativa de Zuma para evitar a prisão
contrasta com a postura desafiante que tomou nos
últimos meses contra o poder judicial sul-africano.
Se Jacob Zuma não se render às autoridades até
domingo, a polícia ficou intimada a prendê-lo, tendo três
dias para o fazer, e a conduzi-lo a uma prisão onde
cumprirá os 15 meses de prisão efetiva.
O Tribunal Constitucional sul-africano condenou na
terça-feira Jacob Zuma, de 79 anos, a 15 meses de
prisão por desrespeito ao tribunal, ao recusar
repetidamente cumprir a citação que lhe exigia o
testemunho em investigações de atos de corrupção que
o envolviam.
A sentença lida no mais alto tribunal do país pela sua
presidente em exercício, juíza Sisi Khampe, afirma que
Zuma procurou minar a autoridade do poder judicial com
“egrégio” e “ataques calculados”, pelo que o Tribunal
Constitucional não teve “outra opção” senão enviar uma
“mensagem retumbante”, para garantir o Estado de
direito e a confiança da sociedade nos tribunais.
Esta é a primeira vez na história da África do Sul que um
ex-presidente, que ocupou o cargo entre 2009 e 2018, é
condenado a uma pena de prisão.
Zuma está a enfrentar outros problemas legais,
nomeadamente, em tribunal, acusações relacionadas
com subornos, que alegadamente terá recebido durante
um negócio de aquisição de armas pela África do Sul em
1999.
O ex-presidente declarou-se inocente das acusações e
os seus advogados solicitaram a demissão do
procurador principal no seu caso, por alegada
parcialidade contra Jacob Zuma.(LUSA)
Quase todos os convidados de uma festa de aniversário (24 em 30), realizada muito perto de Sydney, na Austrália, testaram positivo para a variante Delta do SARS-CoV-2. Segundo o IFL Science, os únicos seis que conseguiram evitar a infeção tinham algo em comum: eram profissionais de saúde que tinham sido vacinados contra a covid-19.
Em conferência de imprensa, as autoridades sanitárias de Nova Gales do Sul explicaram que este “super evento de transmissão” realça claramente a importância da vacinação.
“Para enfatizar a importância das vacinas… nenhuma destas 24 pessoas foi vacinada”, disse Brad Hazzard, ministro da Saúde e Investigação Médica de Nova Gales do Sul, acrescentando que os únicos seis convidados que não ficaram infetados tinham sido vacinados.
“A minha pequena mensagem é: vacinem-se“, apelou.
A mutação detetada na Índia – e designada como Delta – é entre 40% a 60% mais transmissível do que a variante detetada no Reino Unido e está também associada a um maior risco de hospitalizações e mortes.
Em Portugal, as autoridades de saúde estimam que a Delta seja responsável por mais de 70% dos casos de infeção em Lisboa e Vale do Tejo e que já seja a predominante.
A variante é considerada mais contagiosapelos especialistas e classificada como de preocupação pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “À semelhança do que aconteceu no Reino Unido”, está em “rápida expansão” em território continenta


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